Sob o céu dos homens rasgou mentiras
ao vento e desfiou verdades em cada olhar.
A medida que tudo corria,
para o abismo vergonhoso da vida,
cantou as mais lindas canções de inverno.
O próximo ato era terno sob a versátilidade das palavras e
contido de inocência barata a cada encontro secreto.
Mas o acaso do ego em seu monólogo fatal e mortífero,
destruiu o que nasceu belo e transformou
o sentido de tudo, amordaçando os pés rasgados e
descalçados de amor,
como a lámina da vida dedilhando o tempo.
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