Do que gosto..
Sempre gostei de dentes,
tenho mesmo que gostar.
Só restaram dois dos tantos que tive, jogados no pano verde,
como no baralho & carteado.
Lagunas vertebrais decifram à fome
que rege a sinfonia da sorte...
Só dentes sedentos foram lançados...
A gengiva sente a falta, a boca não, nem tanto. A possibilidade do jogo alúcina como a previsão do tarô mágico fatal. São os últimos os primeiros dentes a deslumbrar o tecido verde do futuro pretério inseguro do tempo!
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