19 Dezembro 2008
Subliminações flutuantes
A cada pequeno milímetro de espaço percorrido pelo dedilhar do tempo, abre-se dinte dos dedos, divagações sobre o propósito de querer sempre estar onde estão os demais, e sempre querer ser quem pode ser mesmo que seja quase insignificante perante os que jamais souberam que seriam, pois nesse espaço cada sentimento liberado pela força do ser em estado inicial, é desvendado pela capacidade de decidir qual será o próximo passo. Esquivar-se daquilo que poderá ser, ou o que se tornará o mais óbvio, sempre não é o melhor negócio. O jeito é deixar que os sinos toquem e a banda passe, mesmo que seja só diante dos seus olhos, e que ninguém mais ouça o pulsar dos tambores e o trilindar águdo que ecooa pelas vielas da imaginação constante; inquieta de saber o que será e o que pode ser daqui em diante.
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