Conte ao acaso o que tens na palma da mão,
num sopro paisagens que flutuam
como formas flácidas de um sonho,
uma noite perdida de flores negras mortais...
Conte ao acaso o que tens no peito,
um soluço único de amor.....
Como a sinfonia de intensões sociais
de uma linear síntese perfeita de esperança.
Cercados ouvimos as vozes do breve além!
2 comentários:
passando pra dar um oi
suas poesias são muito boas! Meeeu Deus...
Beiiijos, atualize! *-*
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