19 Janeiro 2008

Caminho

Em poemas de alumínio, aço e zamac,
vamos escrevendo o que há por vir.
O tempo é a esperança que não cansa de chorar,
nem espera a hora em que os iluminados portões
abriram como se estivéssemos no paraíso..
O verso sublime, cintilante e preciso
abrira o céu em procissão de milhares de estrelas aladas
num cordão se-mi-[hu] mano de ilusão.
A vida poética e cheia de graça
carregará os pecados perdidos
no tempo da infância.
O caminho é o único provérbio a se seguir.

3 comentários:

Minina disse...

qem dera q todos os apocalípticos pensassem assim!!! heheeh

e é engraçado como no seu verso as contradições da condição humana se misturam d maneira tão sutil, q a gente mal distingue o bom do ruim... o bom se transforma em ruim e vice versa... inversoverso...

enfim, um bjão, té!

Heyk Pimenta disse...

eu é que fico contente!

porque é ruim não poder falar o mesmo!

mas aqui dá!

gostei desse. Bastante!

inclusive parece a mesma linguagem, Não o escreveria, mas parece de uma dinâmica parecida com a minha maçã do amor!

gostei desse e

Minina disse...

qerida!

aqi;

um bjo!