Em poemas de alumínio, aço e zamac,
vamos escrevendo o que há por vir.
O tempo é a esperança que não cansa de chorar,
nem espera a hora em que os iluminados portões
abriram como se estivéssemos no paraíso..
O verso sublime, cintilante e preciso
abrira o céu em procissão de milhares de estrelas aladas
num cordão se-mi-[hu] mano de ilusão.
A vida poética e cheia de graça
carregará os pecados perdidos
no tempo da infância.
O caminho é o único provérbio a se seguir.
3 comentários:
qem dera q todos os apocalípticos pensassem assim!!! heheeh
e é engraçado como no seu verso as contradições da condição humana se misturam d maneira tão sutil, q a gente mal distingue o bom do ruim... o bom se transforma em ruim e vice versa... inversoverso...
enfim, um bjão, té!
eu é que fico contente!
porque é ruim não poder falar o mesmo!
mas aqui dá!
gostei desse. Bastante!
inclusive parece a mesma linguagem, Não o escreveria, mas parece de uma dinâmica parecida com a minha maçã do amor!
gostei desse e
qerida!
aqi;
um bjo!
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