13 Dezembro 2006

O sinal pro caos.

Do infinito desgosto,
proposto pelo astuto sabido,
provérbio do absurdo futuro.

Girando, descendo, decadente a escada do mundo.
Esgueirando-se pela beira. Beiral.
O muro de intenções e das infindas feridas ardentes. Cáusticas. Latentes.
A espera do perdão mesmo que seja inocente
na agonia antes da hora da partida,
o salto retumbante para o caos
Já se vêem as borboletas abrirem as asas à espera de um sinal.

2 comentários:

Tiago disse...

caos aos cães.

Juliana Marchioretto disse...

as borboletas à espera de um sinal....

gostei disso.

beijo