Olhava ao seu redor com olhos de vidro.
Tudo girava tudo sorria como penduricalhos de bebê.
Desejou estar ali
desejou estar deitada ao chão
desejou estar em seu enterro
e que o mundo abri-se ao meio
pra passagem do cortejo visceral.
Almejou ser quem não foi e que a morte chegasse antes da hora, na hora em que decidiu morrer.
5 comentários:
tristeeee.. mas bem bonito o poema.
beijos
moça, te linkei no meu blog!
beijos
oi querida. tenho 1 ex-blogs e 2 blogs, mas o [cambalhotas no escuro] está de férias temporárias... rsrs
beijos
A morte é apenas o fim de algo que nem bem começou. Já a vi de perto algumas vezes e, creia, não é uma boa companhia. Belíssimo poema, gostei dos "olhos de vidro". Beijinhos moça.
Bom desejo!
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