Sob a luz da rua eu chorei,
todas as lágrimas que encontrei,
pra afundar os fantasmas,
num submarino em meu peito.
E no leito,
teu corpo quente não me toca,
por quê eu te peço:
- Não me toque!
Hoje quero ser só eu e o medo sobre o lençol.
Mesmo que tua mão esteja ao meu lado, pra segurar minha mão.
Meus olhos rubros, por que choram,
todo o sentimentalismo que existe,
já enxergam a luz do sol, que pede passagem. Despertador.
Dois corpos inertes. Calados.
E no pensamento uma canção qualquer, de um qualquer que já morreu herói:
“Estou pedindo a tua mão”
“Me leve pra qualquer lado”
E tudo termina pra depois começar!
3 comentários:
e quando recomeça, é sempre melhor, maior, intenso.
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beijo
Obrigado.
Gostei dos seus poemas, moça.
Principalmente deste último, da gota. =)
Um beijo e um sorriso.
Até
Sabe oq costumo fazer nesses casos? Sei que não te interessa em absolutamente nada, mas mesmo assim eu conto. Eu viro para o lado onde minha menina está deitada, acaricio seus cabelos levemente e digo apenas "eu te amo"...Se isso resolve toda a situação? Não sei nem quero saber, mas faço questão que ela saiba que a amo acima de tudo e todos (as). Principalmente quando ela mais precisa dessa certeza...
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