Mudo o mundo, só tenho uma chance!
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Eu mudo a rotina, troco as figurinhas, leio outra cartilha genial.
Não quero ser ninguém, só um anti – qualquer, um filho bastardo.
Do nexo sem nexo pra falar de sexo com o vento.
Escreverei até um manifesto, num gesto animalesco transcendental!!!!
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Quando eu traçar as linhas desse movimento sem igual,
não direi nada, além de alguns aforismos e nenhuma metáfora.
Despejando argumentos como peixes no quintal do meu aquário.
Serão só palavras de um tempo com um grande final ilário.
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8 comentários:
e ninguém entenderá nada.
mesmo quando numa noite enluarada, eu por acaso entregar minhas víceras numa caixa bem embrulhada, com fitas e papel colorido.
ninguém entenderá nada.
essa é a questão.
Belo.
Simplesmente.
Parabéns!
=))
um beijo**
ô cigarrinho do capeta...
"Despejando argumentos como peixes no quintal do meu aquário"
Penso em ser peixe rerramando argumentos no quintal do oceano.
Tenha um grande dia.
Beijos
Lindo poema sobre dança.
Obrigada.
Um beijo*
*=))
Putz, lindo! Parece letra de música daquelas dos anos 70 saca? Bem psicodélicas e poéticas. Muito bom, muito bom...Já ouço a Rita Lee cantando esse poema em algum palco estrelado. Parabéns...
ja falei que vc escreve de uma maneira hipnótica? prende minha atençao totalmente.....
e sim, o cara é guitarrista dos pimentas, mas isso é o de menos. você conhece algo de sua carreira solo? muito mais instigante... te garanto...
bjoss
Dadá neles!
mudo o mundo.
qual deles?
ah, não sei.
Os finais hilários
são comuns. Finalizamos
o mundo com risos: mudos.
Abraços,
adorei as outras poesias tb.
Se cuida.
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