E estais à espera da procissão decadente.
Que de tempos em tempo perpassa tua janela.
Esperando encontrar o ser profundo restaurado de idéias.
Tradições profissionais e sem rumo.
Um brilho no olhar.
É a vírgula de meus textos, traumática indecisa, a espera pra descansar.
Por ouves ainda a canção ao mar. Uivos uivantes à beira mar.
Qual a dignidade de todos, sabendo que o vício é estrondoso e infindo.
O pesar nos olhos atravessados e apressados.
O deslizar de contornos, figuras desalmadas a perambular.
Tradições profissionais a beira do túmulo.
Giletes reluzem a luz no fim de tudo.
Este é o fim da redoma gigante, o giro noturno na última noite do mundo.
1 comentários:
gosto dessas coisas apocalípticas. beijo no céu da boca.
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