15 Setembro 2006

O gosto do amor.

Gosto de suas mãos por entre meus cabelos.
Sorrindo. Tentando desvendar meus segredos.
Desafiando os sentidos e tudo que é permitido.
Desbravando o silêncio em meu peito.
Afinando o desejo por entre os dedos.
Sentindo o gosto que tem o amor.

3 comentários:

Tiago disse...

Gosto é gosto. Gosto dos teus peitos roçando a minha barba e vice-e-versa, alucinados, nós três. Gosto de colocar a minha alma a dois centímetros da tua janela castanha, boca que explode planetas minúsculos, e dizer obscenidades. Gosto é gozo. Gosto da visão montanhesca lá de baixo, no alto da tua loucura parnasiana de efeitos lascivos, incongruentes ao meu alterego, sem hífen, hímen, preservativo. Gosto do teu umbigo, mar de milhões e milhões de perdidos e ingênuos prazeres. Gosto da sinuosidade da tua bunda que se divide em começo, meio e fim da minha existência como amante de cartas balzacquianas. Talvez o amor seja mesmo apenas o reconhecimento do prazer. Gosto das tuas mãos que tecem as mais belas teias por todo o meu corpo e apontam o caminho do paraíso... ou do meu apocalipse permissivo. Gosto é gosto. Não se discute: desenvolve-se. E por mais que eu goste e deseje todo o teu resto, não existe parte mais sexy e gostosa do teu corpo do que as costas da tua língua.

Andréia disse...

Estou cada vez mais apaixonada por alguns blogs que passo. Muitos com lindas poesias. Cantando a vida, o amor. Amo. Assim que tiver tempo vou colocar o seu nos meus links. Pode?
Obrigada e abraços

Bruno disse...

nossa...
queria saber escrever poesia igual a você hehehehe
queria saber transmitir sentimentos assim...

tá de parabens!