Como a faca de dois gumes que percorre,
o que há pra percorrer em mão dupla.
O baile dos segundos perplexos.
A destreza pra se equilibrar à beira de um meio-fio.
A dor de esperar o salto e tudo acabar,
sem saber o que te espera no fim.
A perplexidade nos olhos de quem não sabe ler.
E a magia de uma dor de ouvido!!!
Tudo isso está guardado numa caixinha de papel.
Frágil a tudo, silenciosamente o absurdo.
Oh facínora, fascista de fantástico fascínio.
Loucura é pouco,
Quando se espera junto a brisa o cair dos dentes.
1 comentários:
gostei do texto atemporal. beijo.
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