Divertida e alegre incontida,
contava em seus bolsos suas bolinhas coloridas.
A espera da hora certa,
fugir do mundo [i]real, rir sozinha e contar o que resta.
Todas às vezes fora assim,
contar,
sorrir,
apagar,
divertir.
E continuava nesse devir, como um clip no repeat.
Ria sozinha, e contava bolinhas.
Até o dia, em que ouviu um estalo,
das gotas derretidas das bolinhas coloridas,
explodindo seu coração.
Foi profundo e sem volta.
Sobraram só as bolinhas que ainda restavam em seus bolsos,
espalhadas colorindo o chão.
5 comentários:
Té a próxima Syd!
valeu pela psicodelia, às influências sujestivas e pelo astronominedomine!
Barret: is the man psicodelic!
Bom, aliás muito bom. Diria até inspirador ... Beijo.
surpreendentemente lindo. bjo :d
huuuuuuuum...
surreal...
tá adicionado nos links do meu blog, ok?
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