25 Julho 2006

Clandestino paradeiro...

Um certo desconcerto e um aperto no peito,
Era o quê sentia quando se deixou cair.

Ainda pode sentir por mais um momento o apelo do vento,
Por entre seus cabelos a relutar, com a intensa velocidade&gravidade.

Seu corpo estava solto, livre de tudo no ar.
Pensou rápido: - Ora sei que posso voar!

Foram dez segundos. O tempo que se levou,
para o corpo, em mil pedaços se transformar.

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